O que é o passeio a pé autoguiado de Charleston?
O passeio a pé autoguiado de Charleston é um passeio áudio que fazes por tua conta com a app World City Trail, que te leva de paragem em paragem e conta o que aconteceu em cada uma. No total, prevê umas 3 horas; os 3 km entre as 10 paragens fazem-se em aproximadamente 43 minutos a pé. Ruas curtas e planas levam o percurso desde Meeting Street até ao porto.
Diante de The Charleston Museum, fundado em 1773, a narração começa com a réplica em tamanho real do Hunley, o submarino confederado que afundou um navio de guerra da União em 1864. No City Market ouves falar do terreno doado em 1788 e dos cestos de sweetgrass dos gullah, ainda vendidos sob os telheiros, e no Old Slave Mart Museum de Ryan's Mart, que se julga ser o último edifício de leilões de escravos ainda de pé na Carolina do Sul. Em Rainbow Row a história explica que as cores pastel vêm de restauros iniciados em 1931 e que a lenda dos marinheiros que assim encontravam a sua pousada não tem provas. O Old Exchange lembra 1788, quando a Carolina do Sul ali ratificou a Constituição, e a prisão britânica da sua cave.
- Duraçãocerca de 3 horas
- A pécerca de 43 min · 3 km
- Paragens10
- Línguasportuguês, inglês, alemão, francês, espanhol
De paragem em paragem
História, lendas, curiosidades
Cada paragem tem o seu próprio capítulo narrado: a história, as lendas locais e alguns factos surpreendentes, com o texto completo no ecrã para quem prefere ler.
Google Maps no bolso
O percurso tem 3 km, cerca de 43 minutos de caminhada efetiva, e o Google Maps indica-te a direção sempre que retomas o caminho.
Sem horários
Não há ponto de encontro nem grupo à espera. Entra num café ou num museu e volta ao percurso mais tarde ou no dia seguinte.
Sugestões por perto
A app sugere sítios para comer e lojas perto das paragens, e deixa-te escolher outro ponto de partida ou reordenar as paragens.
Ver o percurso e as atrações →
Como funciona
- Reserva online Escolhe o número de pessoas. A tua referência de reserva chega logo por email.
- Descarrega a app Descarrega a app World City Trail na App Store ou no Google Play e introduz a tua referência.
- Caminha quando quiseres Começa quando estiveres pronto, caminha ao teu ritmo e faz pausa quando quiseres. Sem guia nem horários fixos.
A quem se destina este passeio
Primeira visita
Em poucas horas ficas a saber onde estão os principais lugares de Charleston e o que representa cada um.
Viajantes independentes
Nenhum grupo para acompanhar e nenhum guia por quem esperar: ficas mais tempo onde algo te interessa e segues em frente onde não.
Agenda apertada
Cerca de 3 horas chegam para o centro, e o resto do dia fica livre para outros planos.
Bom saber
- Leva um smartphone carregado com dados móveis; uma powerbank ajuda.
- Não precisas de bilhetes de entrada: tudo acontece no exterior dos edifícios. Entrar é opcional e pago à parte.
- Ideal para famílias; as crianças têm de estar acompanhadas por um adulto.
- Não adequado a cadeiras de rodas e difícil com carrinhos de bebé.
- Grupos até 5 pessoas funcionam melhor; grupos maiores dividem-se, um bilhete por pessoa.
- Cada compra ajuda gatos e cães de rua na Grécia.
De Meeting Street ao porto
10 paragens · cerca de 43 min a pé · partida: The Charleston Museum · chegada: Waterfront Park
A primeira paragem é The Charleston Museum, com a réplica do Hunley à porta, e a segunda é Marion Square, o antigo campo de paradas com o nome do Swamp Fox; daí o passeio vira para sul, rumo ao Charleston City Market e ao Gibbes Museum of Art. Washington Square, ao lado da câmara municipal, leva depois ao Old Slave Mart Museum, na Chalmers Street, e à Heyward-Washington House, na Church Street. Seguem-se as casas em tons pastel de Rainbow Row e o Old Exchange and Provost Dungeon, no fundo da Broad Street, e o passeio acaba no Waterfront Park, junto ao rio Cooper. Na app podes escolher outra paragem inicial, e nenhuma paragem exige bilhete de entrada.
Abrir o mapa do percurso ↗
1The Charleston MuseumPartida
Fundado em 1773, o Charleston Museum é muitas vezes apontado como o primeiro museu da América e ocupa hoje um edifício moderno na Meeting Street. As suas coleções contam a história natural e cultural do Lowcountry. À entrada está uma réplica em tamanho real do Hunley, o submarino confederado que em 1864 afundou um navio de guerra da União ao largo de Charleston.
2Marion Square (329 Meeting Street)
Este grande relvado na Meeting Street tem o nome de Francis Marion, o general da Guerra da Independência conhecido como a Raposa do Pântano. Começou por ser a parada do arsenal estadual do lado norte, ocupado entre 1843 e 1922 pela academia militar The Citadel. Procura o memorial do Holocausto e o obelisco dedicado a Wade Hampton.
3Charleston City Market
Em 1788, Charles Cotesworth Pinckney e outros proprietários doaram uma faixa de terreno para um mercado público, e por volta de 1790 surgiram os primeiros telheiros. Os pavilhões abertos estendem-se por cerca de 380 metros, desde o Market Hall, um edifício com fachada de templo concluído em 1841, até à East Bay Street. Aqui os artesãos gullah vendem os seus cestos entrançados de sweetgrass.
4Gibbes Museum of Art
O Gibbes abriu em 1905 num edifício Beaux-Arts de Frank Pierce Milburn, pago com um legado de James Shoolbred Gibbes. Pertence à Carolina Art Association, fundada em 1858, e a sua coleção centra-se na arte americana ligada a Charleston e ao Sul. Repara nas colunas dóricas da fachada.
5Washington Square
Este pequeno parque junto à câmara municipal abriu em 1818 e em 1881, um século depois da vitória de Yorktown, recebeu o nome de George Washington. Ao centro ergue-se o memorial da Washington Light Infantry, um obelisco de granito inspirado no Washington Monument, e em 1999 foi acrescentada uma estátua de bronze de Washington. Procura também o busto do poeta Henry Timrod.
6Old Slave Mart Museum
Este edifício da Chalmers Street foi construído em 1859 como parte do Ryan's Mart, onde pessoas escravizadas eram vendidas depois de Charleston ter proibido os leilões públicos de escravos. As vendas continuaram até cerca de 1863. Acredita-se que seja o último edifício de leilões de escravos que resta na Carolina do Sul, e hoje é um museu sobre o papel da cidade no tráfico.
7Heyward-Washington House
Esta casa dupla na Church Street foi construída em 1772 para Thomas Heyward Jr., um dos quatro signatários da Declaração de Independência pela Carolina do Sul. A cidade alugou-a para a visita de uma semana de George Washington em maio de 1791, daí o nome. Hoje o Charleston Museum mostra-a com mobiliário colonial americano, como a Holmes Bookcase.
8Rainbow Row
Rainbow Row é uma fila de treze casas históricas na East Bay Street, quase todas construídas no século XVIII por comerciantes que tinham a loja em baixo e viviam em cima. As cores pastel vêm dos restauros das décadas de 1930 e 1940, a começar por uma casa pintada de cor-de-rosa em 1931. Diz a lenda que as cores ajudavam os marinheiros a encontrar o alojamento, mas não há provas disso.
9Old Exchange and Provost Dungeon
Construído entre 1767 e 1771 no fim da Broad Street, o Exchange foi a alfândega colonial e sala de reuniões. Em 1788 a convenção da Carolina do Sul ratificou aqui a Constituição dos Estados Unidos, e depois de os britânicos tomarem a cidade em 1780 a cave serviu de prisão militar. Em 1791 George Washington saudou a multidão da sua varanda.
10Waterfront ParkChegada
O Waterfront Park abriu em 1990 junto ao rio Cooper, um projeto lançado pelo presidente da câmara Joseph Riley e desenhado pelo atelier Sasaki Associates. A peça central é a fonte em forma de ananás, fruto que tradicionalmente simboliza a hospitalidade. O pontão de madeira Vendue Wharf avança pelo rio e tem baloiços à sombra com vista sobre o porto.
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